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Gramado/RS - Quinta, 24 Mai 2012

Conselho garante sucesso da Famastil como empresa familiar

Qui, 09 de Setembro de 2010 07:52 Publicado em Notícias Redação Atenção: você está lendo CONTEÚDO DE ARQUIVO.

Tendo adotado uma estrutura da governança corporativa, a Famastil foi dividida em diferentes conselhos, incluindo um para tratar de questões de família. Administrada pela família Tissot a três gerações, a Famastil apostou na ideia para evitar um problema recorrente em várias empresas que são administradas em seio familiar. Segundo estatísticas, 80% destas empresas não resistem até a quarta geração por uma série de fatores: rivalidades, falta de sucessor, diretores que não se adequam ao perfil do negócio, morte de algum integrante, entre outros.

Basicamente, a governança permite a perpetuação da empresa, preparando os familiares para serem futuros acionistas”, explica Josenice Blumenthal, sócia diretora do Corporate Governance, consultoria contratada para executar o projeto. Segundo Josenice, o conselho de família tem o papel de conscientizar os sucessores de que não são donos e sim sócios da empresa. “Somos a primeira empresa da região a ter um conselho de família e desde então tomamos novos rumos, evoluindo bastante administrativamente”, comenta Giuliano Tissot, diretor de marketing e um dos herdeiros da Famastil.

Presidido por Bernardo Tissot, o conselho, composto por seis integrantes, presta contas, organiza cursos técnicos e promove a participação em congressos de formação pessoal para conscientização do que é ser um herdeiro. Também estimula o respeito pelo acordo de acionistas, prepara os sócios para tomarem decisões estratégicas e avalia o potencial de cada um, analisando quem se identifica com cada setor, perfil e interesse empresarial. Em reuniões, foi criado inclusive um código de ética da família. “Este trabalho é muito importante por que faz com que os componentes se vejam no papel de sócios, numa visão global de negócio”, avalia Giuliano.

Para o presidente do Conselho, entre todos os aspectos que caracterizam esse núcleo na gestão, o mais importante deles é a integração e a união que ele promove entre a família. E isso, segundo ele, se reflete também na área social. Exemplo são as doações que vem sendo organizadas para uma escola carente, em Gramado. “Já fizemos uma doação de brinquedos e a proposta é que sempre que houver necessidade de itens de necessidade básica, o Conselho de Família possa auxiliar”. Outro projeto que está nascendo é a organização do patrimônio histórico da família.

Tendo adotado uma estrutura da governança corporativa, a Famastil foi dividida em diferentes conselhos, incluindo um para tratar de questões de família. Administrada pela família Tissot a três gerações, a Famastil apostou na ideia para evitar um problema recorrente em várias empresas que são administradas em seio familiar. Segundo estatísticas, 80% destas empresas não resistem até a quarta geração por uma série de fatores: rivalidades, falta de sucessor, diretores que não se adequam ao perfil do negócio, morte de algum integrante, entre outros.

Basicamente, a governança permite a perpetuação da empresa, preparando os familiares para serem futuros acionistas”, explica Josenice Blumenthal, sócia diretora do Corporate Governance, consultoria contratada para executar o projeto. Segundo Josenice, o conselho de família tem o papel de conscientizar os sucessores de que não são donos e sim sócios da empresa. “Somos a primeira empresa da região a ter um conselho de família e desde então tomamos novos rumos, evoluindo bastante administrativamente”, comenta Giuliano Tissot, diretor de marketing e um dos herdeiros da Famastil.

Presidido por Bernardo Tissot, o conselho, composto por seis integrantes, presta contas, organiza cursos técnicos e promove a participação em congressos de formação pessoal para conscientização do que é ser um herdeiro. Também estimula o respeito pelo acordo de acionistas, prepara os sócios para tomarem decisões estratégicas e avalia o potencial de cada um, analisando quem se identifica com cada setor, perfil e interesse empresarial. Em reuniões, foi criado inclusive um código de ética da família. “Este trabalho é muito importante por que faz com que os componentes se vejam no papel de sócios, numa visão global de negócio”, avalia Giuliano.

Para o presidente do Conselho, entre todos os aspectos que caracterizam esse núcleo na gestão, o mais importante deles é a integração e a união que ele promove entre a família. E isso, segundo ele, se reflete também na área social. Exemplo são as doações que vem sendo organizadas para uma escola carente, em Gramado. “Já fizemos uma doação de brinquedos e a proposta é que sempre que houver necessidade de itens de necessidade básica, o Conselho de Família possa auxiliar”. Outro projeto que está nascendo é a organização do patrimônio histórico da família.


Fonte: Due Company